A presidente da Câmara de Comércio Exterior da FIESC, Dra. Maria Teresa Bustamante (Maitê), explicou porque o nível de competitividade das empresas brasileiras precisa melhorar.

 

A primeira das quatro palestras que a vice-presidência da FIESC Alto Vale organizou para a Feira Multissetorial do Alto Vale do Itajaí (FERSUL) aconteceu na tarde de quarta-feira, 14 de agosto, no Centro de Eventos Hermann Purnhagen, em Rio do Sul, com a participação de cerca de 60 pessoas. “Nós aproveitamos esta oportunidade para oferecer temas diferenciados como o comércio exterior e as maneiras para manter a sustentabilidade no mercado. A palestra da senhora Maitê foi um grande aprendizado, pois trouxe novas visões e importantes questionamentos”, comentou o vice-presidente da FIESC Alto Vale, André Armin Odebrecht.

Maitê ressaltou a necessidade de investir na melhoria da competitividade, que é o eixo central para a internacionalização das indústrias. Ela disse que o nível atual de competitividade das empresas brasileiras atende apenas o mercado interno e que não é exatamente o que o mercado internacional exige. Por isso a importância de gestões mais estratégicas. “A nossa provocação como federação é mostrar aos empresários que o Brasil está se abrindo por meio de acordos internacionais e novos concorrentes virão. Ao contrário das nacionais, as empresas estrangeiras chegam com estrutura, organização, segurança jurídica, malha tributária adequada, logística e infraestrutura, coisas que nós não temos”, alertou a economista.

Portanto, segundo ela, as indústrias têm duas tarefas a cumprir, uma da porta para dentro, pois competitividade é a somatória de vários fatores, desde a gestão adequada dos recursos financeiros, de pessoas, até politicas de vendas e monitoramento de riscos. A outra seria a participação em entidades de classe para cobrar as ações de responsabilidade dos governos, que resultem no desenvolvimento das empresas nacionais. “Quando uma empresa chegar à altura da competitividade de concorrentes internacionais, com precificação boa, prazo, qualidade, produto, processo, gestão e inovação, então estará totalmente preparada para o mercado daqui ou de qualquer lugar do mundo”, acrescentou a palestrante.   

Maitê explicou ainda os riscos, obstáculos e as oportunidades da internacionalização e citou o Programa de Internacionalização da Indústria Catarinense, como solução da FIESC para preparar as indústrias para o mercado externo.

 

Próximas palestras da FIESC na Fersul:

Dia 15 – Quinta-feira - 13h30 às 14h30 - Ecossistema de Inovação - Rafael Boaventura -Interlocutor de Inovação do IEL para o Alto Vale

Dia 16 – Sexta-feira - 15h às 16h30 - Indústria 4.0: Os desafios da Inovação do setor têxtil - Carla Wick Feder - Docente do SENAI de Jaraguá do Sul

Dia 17 – Sábado - 9h às 12h - Do portão para dentro: o que estamos fazendo para tornar a indústria mas produtiva - Geferson Luiz dos Santos - Gerente executivo dos Institutos SENAI de Tecnologia.

Para participar adquira o ingresso gratuitamente no site  https://fersul.com/programacao&dia=15&marcador=13

  

FOTOS: Debora Claudio

 

 

 

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